quarta-feira, 31 de julho de 2013

Dez vestido ícones da moda

Com milhões de vestidos passando pelo tapete vermelho ou eventos mundo a fora fica difícil pensar o que faz daquele em especial inesquecível. Será que é a história por trás, a celebridade que está usando ou o lugar em que ele apareceu? Muitos podem ser os motivos e para isso separamos 10 que marcaram a nossa memória.
Fotos: Divulgação e reprodução
1. No final dos anos 40, o estilista francês Christian Dior criou a silhueta do New Look para satisfazer as mulheres famintas por luxo no do pós-guerra. Cinturinha estreita, saia longa até o tornozelo levando muitas vezes 40 metros de tecido, o visual se tornou símbolo da mulher-flor e de uma nova e sofisticada feminilidade. Curiosidade: quem inventou o termo foi a editora Carmel Snow, da “Harper’s Bazaar”. Ao ver a novidade disse: “It’s a new look”. Veja como Raf Simons, atual diretor criativo da Dior, renovou o New Look.
2. Ícone do cinema e do estilo sexy Marylin Monroe até hoje serve de inspiração para muitas mulheres. A cena em que aparece com o vestido branco esvoaçante sobre a grade do metrô, é um clássico do cinema. Esse vestido se tornou sua marca registrada e dizem que para fazer a cena foi preciso que uma das assistentes emprestasse uma calcinha já que estrela não usava nenhuma.
Fotos: reprodução do site da marca
3. Quando olhamos para Audrey Hepburn no filme “Bonequinha de luxo” até achamos que foi dali que tiraram o termo “Little black dress” ou Pretinho básico. Na verdade a expressão  veio da Chanel, mas ainda assim o modelo, feito por Hubert de Givenchy,  e usado pela atriz no filme se tornou um marco no cinema e um ícone de sofisticação clássica.
4. Em 1965, o estilista Yves Saint Laurent fez um desfile com roupas em homenagem ao artista holandês Piet Mondrian. Com uma silhueta reta e retângulos coloridos de amarelo, branco, vermelho e azul, ele mostrou que moda e arte poderiam trabalhar juntas. O vestido virou símbolo da década de 60 e continua hoje em alta na febre das estampas gráficas e inspiradas em pinturas abstratas.
5. O “Wrap dress”, feito por Diane Von Furstenberg, fez 40 anos. E segundo a designer foi criado na hora certa e no lugar certo já que era justamente o que estava faltando na época. “Quando estamos vestidas com ele nos sentimos femininas e ao mesmo tempo fortes e independentes”, afirmou. Em 1976 Diane despachava de seu showroom 25.000 vestidos para abastecer à demanda das lojas em todo os Estados Unidos. Até Kate Middleton aderiu ao wrap, clique aqui e veja como.
Foitos AFP
6. Outro momento histórico foi o casamento da princesa Diana com o príncipe Charles. O vestido usado para a ocasião foi da estilista Elizabeth Emanuel. “A primeira coisa que vimos foi o rosto da futura princesa emoldurado por um tecido que parecia uma nuvem branca”, disseram os representantes do Design Museum de Londres no livro “50 vestidos que mudaram o mundo”. Esse modelo se tornou um dos mais copiados por mulheres do mundo todo nos anos 80.
7. O vestido usado por Kate Middleton no anúncio de seu noivado quase fez a grife Issa London entrar em colapso devido ao grande número de pedidos. Comandada na época pela brasileira Daniella Helayel, a marca,  não tinha uma grande estrutura de negócios e era praticamente dirigida por ela, estudantes e estagiários.
8. A excentricidade de Lady Gaga sempre foi grande, mas no Video Music Awards do ano de 2010 ela se superou. A cantora chegou na premiação usando vestido e botas feitos de carne crua. A criação do look foi do designer argentino Franc Fernandez e o styling de Nicola Formichetti. Hoje o vestido está exposto no Rock and Roll of Fame em Ohio e para isso foi secado e preservado com taxidermista.
Fotos: AFP
9. Michelle Obama usou um modelo vermelho de chiffon do estilista de Taiwan, mas residente em Nova York, Jason Wu. Essa aparição fez o designer passar de um talento emergente para uma marca de renome. Logo após as imagens, Wu twittou que estava em choque. Veja aqui os preferidos de Michelle.
10. No Oscar desse ano a grande vencedora foi a atriz Jennifer Lawrence, que ganhou o prêmio de melhor atriz. Ela estava usando um vestido Dior, marca da qual é embaixadora. Na hora de receber a homenagem Jennifer pisou no vestido, bastante volumoso, e caiu nas escadas em rede internacional. Tudo sem perder o charme e o rebolado.
E agora como traduzir alguns desses para o nosso glamour do dia-a-dia? Confira as sugestões:




Clássicos da literatura mundial: especial para o dia do orgasmo


O orgasmo é o ápice de prazer durante uma relação sexual ou masturbação. Muito se diz sobre o surgimento do Dia Internacional do Orgasmo. De acordo com a Wikipedia, aconteceu após uma pesquisa que constatou que mais da metade (para não dizer os 80%) da população inglesa (ok, as mulheres) não chegava ao orgasmo. Indignados, sex-shops resolveram cravar o dia 31/7 para celebrar esse raro momento na vida das mulheres (ou dessas mulheres). Com ou sem orgasmo, resolvemos falar sobre livros que contém cenas mais picantes, não somente sobre o ato em si, mas da insinuação, sexualidade e até masturbação! Como diria Marta Suplicy, relaxa e goza (e continue lendo).


A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera,  a julgar pelo título, uma reflexão morosa sobre filosofia. De fato, há filosofia no livro, mas não se enganem, entre os muitos elementos fundidos nessa história há também muito erotismo. O sexo é um dos temas prediletos de Kundera,  mas deste livro em especial penso sempre em primeiro lugar em uma personagem, Teresa, e na sua prolongada luta contra seu próprio corpo. Em muitos momentos ela se vê, nua, frente a um espelho, buscando se identificar e se livrar da constante consciência da distância entre mente e corpo que a assombra. Na sua primeira relação com Tomas ela grita, forte o bastante para silenciar seus sentidos. “Sensualidade é a completa mobilização dos sentidos”, diz Kundera – essa talvez seja uma lição importante para Teresa, mas não penso que o escritor pretenda uma solução simples válida para todos os casos. Cada personagem parece experimentar o sexo de uma maneira diferente e buscar diferentes formas de se satisfazer. Assim, Kundera evita descrições muito detalhadas do ato sexual em si (talvez porque, como sugere a certa altura, a excitação está a apenas um passo do riso), e se concentra nesse universo mais sutil de expectativas e desejos, um universo psicológico privado, que o leitor vem espreitar como um voyeur.

Escrito no final da década de 1920, O amante de Lady Chatterley foi banido na época de seu lançamento por conta das cenas de sexo descrevendo os encontros de Lady Chatterley com o guarda-caça Mellors e de inúmeros palavrões considerados fortes para a época. Por conta disso, o romance só foi publicado novamente em seu país de origem na década de 1960, e isso porque a editora Penguin investiu pesado em um processo para que tivesse permissão para tal. E é uma pena que o livro tenha ficado escondido (ou sob o estigma de “proibido”) por tantos anos, considerando  como através de uma história do despertar da sexualidade de uma mulher, D.H. Lawrence apontava o despertar de uma nova Inglaterra – do que aconteceu com seu país após a Grande Guerra. E é importante destacar que Lawrence tem a medida certa para escrever sobre sexo: consegue ser envolvente sem ser vulgar. Há também de se considerar a importância da obra para a desmistificação do sexo – mesmo na Literatura – em frases marcantes como as ditas por Mellors nos encontros com sua amante, como por exemplo “Na verdade o sexo é apenas toque, contato, o contato mais próximo que pode existir. E é o contato que nos mete medo. Vivemos num estado de semiconsciência, vivemos apenas pela metade. Precisamos nos tornar mais vivos e conscientes. Especialmente os ingleses, precisam entrar em contato uns com os outros, um contato delicado e terno. É nossa maior necessidade“.

O livro de praga (Sérgio Sant’Anna): A família Sant’Anna tem um dom extraterrestre de descrever e sugerir cenas de sexo. Esse exemplar, parte da série Amores Expressos, traz cenas de masturbação não usuais, fetiches comuns e taras sacras. Imagine que o personagem principal tem um orgasmo durante um concerto particular, com uma pianista que consegue masturbar o ouvinte e usar seu pênis para tocar as teclas do piano. A música dá todo o tom especial àquela boa gozada. Em outro momento, ao deparar-se com uma estátua que representa uma Santa da Igreja Católica, o protagonista-escritor que viaja a Praga para escrever um livro sobre amor, imagina-se tocado por ela – e não da maneira espiritual -, tudo isso desencadeado por causa de seu envolvimento com uma suicida. Não tem como dizer que é um livro sexy e que suas cenas são de uma descrição que até ouriçam o leitor, mas são situações inusitadas e muito bem elaboradas, mesmo a cena em que representa uma das taras mais famosas desse verão: a BDSM. Para o dia do orgasmo é uma boa pedida para sair das “transas” rotineiras da literatura.

Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, de Marçal Aquino anuncia uma história de amor, que soa ao mesmo tempo triste e devastadora, o que de fato acontece. O furacão responde pelo nome de Lavínia, que assume uma personalidade dúbia – unindo em uma mesma figura a santa e a louca. Falam uma da outra em terceira pessoa, enlouquecendo os homens ao redor, principalmente o narrador da obra que responde pelo nome de Cauby. A santa ama o marido, a louca deseja amante. É nos momentos de desejo que Lavínia procura pelo fotógrafo Cauby. Marçal Aquino não precisa de muitas palavras ou detalhes para descrever cenas tórridas de sexo, algumas pistas são deixadas pelo narrador no meio do caminho, e o restante é feito pela imaginação do leitor. As pistas anunciam que Lavínia realiza todos os desejos sexuais do fotógrafo, prefere o sexo fora da cama e a não abre mão da posição cachorrinho. Mas o que mais surpreende é a cena inicial que precede a primeira vez dos dois, ambos na casa do fotógrafo, ela aconchega-se nele e anuncia a sentença: “Entra em mim”. A fala é ao mesmo tempo vulgar e delicada, anuncia a necessidade do sexo urgente, do gozo imediato e convida o leitor para entrar no livro, assim como Cauby entrou em Lavínia, e aproveitar até o último gozo de prazer dado por Marçal Aquino.

A casa dos budas ditosos, de João Ubaldo Ribeiro, foi escrito para uma coleção chamada Plenos Pecados, cuja proposta era publicar um livro para cada pecado capital. O autor de Viva o povo brasileiro pegou a Luxúria e escreveu um romance narrado por CLB, uma baiana de 68 anos “que jamais se furtou a viver – com todo o prazer e sem respingos de culpa – as infinitas possibilidades do sexo”, e que resolveu gravar sua história para ser transcrita por um escritor conterrâneo seu. O romance foi adaptado para o teatro em 2004 e a atriz escolhida para o papel principal, Fernanda Torres, faz suspeitar de outro ponto forte do livro: o humor. A leitura em voz alta quase certamente levará a boas risadas: uma leitura entre amigos costuma ser memorável, tanto melhor quanto conseguirem encontrar o tom de voz, natural e debochado, dessa baiana arretada. Nesse sentido, lembra aquilo que o Gigio falou acima sobre excitação e riso na obra do Kundera. Por outro lado, a extensa variedade de quantidade e tipo de participantes (e também do que cada um faz) nas cenas sexuais faz do livro uma espécie de libelo contra o preconceito, tal como uma Marcha das Vadias em papel. O livro não se detém nas ocasionais preferências de sua protagonistas (se é que ela tem alguma) nem nas experiências pessoais dela, o que permite que haja um amplo panorama dos modos de se relacionar entre quatro paredes. Não que CLB se limite às quatro paredes.

Henry, June e eu (Anaïs Nin) é uma compilação do diário da autora no início dos anos 30. Casada e apaixonada por seu marido Hugo, Anaïs é uma jovem em pleno vigor intelectual e sexual, contente em explorar ambas as vertentes ao máximo. Nestes excertos de diário, a autora descreve seu relacionamento com o escritor Henry Miller e com sua esposa June. São cenas quentes, de alto teor erótico, ainda mais pungentes por se tratarem de confissões de sua própria vida. Conhecemos suas relações com seu marido, com o escritor, sua esposa e até desconhecidos; mas Anaïs escreve com tal lirismo, tal força poética, que nos imerge nessa roda viva sexual e ao mesmo tempo romântica. Ela nos leva a ver a beleza da entrega física o ato como algo belo e nunca tabu. Meu momento preferido é sua entrega a um estranho mascarado no Mardi Gras, que na verdade era seu próprio marido. Livro para ler para alguém, com alguém…

A Fugitiva (Anaïs Nin) – Três contos e muitas fantasias eróticas. Anaïs Nin explora cada microssegundo e cada milímetro da sensualidade e da provocação em três histórias de diferentes relações amorosas. O despudor das narrativas, que as dota de um alto valor erótico, procura criar uma aura muito mais ampla e profunda em torno das relações carnais, mostrando-as como experiências voluptuosas de muitas camadas e nuances, numa cadência tão ritmada quanto frenética. Sem descambar para uma vulgaridade per se, a autora francesa nos apresenta os hábitos e perversões de alcova do basco e de Bijou, ele um homem de costumes sexuais ortodoxos, ela uma ex-cortesã; de Manuel, cuja antecipação do sexo é mais excitante que o próprio ato em si; e a fugitiva Jeanette, que encontra na casa de Pierre e Jean o fogo de uma relação que a faz transpor o limiar que existia entre a menina e a mulher.

Alguns destes livros já estão em uso público e disponíveis para baixar na internet. Aproveite a leitura.

O orgasmo como arte



O projeto Literatura histérica, ousado e legal do fotógrafo Clayton Cubitt,   leva mulheres ao ápice do orgasmo lendo seus livros favoritos enquanto embaixo da mesa quem desvia a atenção é um massageador feminino.
A ideia de Cubitt é mostrar a dualidade entre o corpo e a mente, mostrando a mulher no seu momento mais íntimo com ela mesma. Cubitt quis mostrar também o contraste entre a cultura e a sexualidade, uma vez que o orgasmo ainda é um tabu.
O resultado é uma experiência íntima que capta a beleza raramente encontrada na pornografia moderna.






Imagem: reprodução

Editorial: Robyn Lawley

A revista Sunday Style fez um editorial divino com a modelo mais que linda Robyn Lawley.
Dá uma olhada no resultado maravilhoso.








Nós amaaaamos!

Quer ver mais? Adquira e baixe a revista: aqui

Pesquisa: 37% dos obesos atribuem sobrepeso ao stress


Considerado o grande mal do século, o estresse, atualmente, é apontado pela comunidade médica como o grande causador de doenças graves, como depressão, alergias, infecções, asma, bronquite, gastrite e câncer.
Em levantamento comportamental  realizado pela agência de pesquisa Resulta CNP para a empresa farmacêutica Allergan/Divisão Health, o estresse aparece também como o grande inimigo de quem está acima do peso.
A pesquisa, realizada por meio de entrevistas com mil pessoas de cinco cidades brasileiras - Salvador, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia -,  revelou que o estresse foi o maior influenciador do sobrepeso e obesidade em 37% dos entrevistados.

Nesse universo, as mulheres foram as que mais relacionaram o estresse ao ganho de peso (37,6%). Em porcentagem um pouco menor, aparecem os homens, com 35,8% das respostas.
De acordo com a psicóloga especializada em terapia cognitiva comportamental pela Universidade de São Paulo (USP) e em transtornos alimentares pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Marilice Rubbo de Carvalho, o estresse configura-se, hoje, não apenas como o causador do sobrepeso, mas como um dos maiores agravantes do quadro da obesidade.
"Poucas pessoas sabem, mas o estresse tem ligação direta com a ansiedade. Por conta da correria e das dificuldades diárias, as pessoas ficam mais ansiosas, e muitas têm no hábito de comer uma forma de fuga. Por isso, acabam comendo muito e de forma equivocada, o que contribui para o aumento de peso, que, muitas vezes, foge do controle até alcançar a obesidade", explicou.
Na opinião da psicóloga,  a relação psicossocial dos indivíduos com o problema se entrelaça, também, para a dificuldade na adesão de um tratamento efetivo, eficaz e de longo prazo.
"A motivação para um tratamento é algo que oscila, sobretudo em pacientes com alto grau de estresse. As pessoas estressadas costumam transformar a satisfação em constante irritação. Isso dificulta na progressão de uma reeducação alimentar ou de uma regularidade nos exercícios físicos, primordiais no tratamento da obesidade", disse.
Trabalho - No levantamento, 25% dos entrevistados apontaram, também, o trabalho como causador do ganho de peso. Nesse caso, os homens são maioria, com 34%. Já as mulheres chegam apenas a 15%.
Para a nutricionista Valéria Soares, dificuldades no emprego, além da relação difícil com colegas de trabalho e chefia têm relação com o desencadeamento do estresse, consequentemente, com um aumento gradativo de peso.
Foi justamente o estresse, aliado a exaustiva carga horária do trabalho, o responsável por grandes mudanças na vida da empresária Marta Oliveira Santos, 37.
Em janeiro de 2007, Marta foi surpreendida por dores na coluna que o levaram ao internamento por seis vezes. Na época, a empresária chegava a trabalhar 16 horas por dia.
Após realizar uma série de exames e passar por quase uma dezena de médicos e se deparar com diagnósticos imprecisos, Marta decidiu procurar um psiquiatra, que concluiu que a empresária apresentava sintomas de estresse.
A partir daí, a empresária, que pesava 68 quilos e se considerava "sarada", ganhou cerca de 30 quilos em apenas sete meses. "Como sentia muitas dores, comecei a comer como forma de compensar o sofrimento. Comecei a ganhar peso de forma desenfreada e abandonei o tratamento, pois acreditava que os calmantes eram os responsáveis por me tornar obesa e compulsiva", disse.
Após dois anos lutando contra a balança e alternando dietas mirabolantes, Marta retomou o tratamento psiquiátrico e incorporou na sua rotina exercícios físicos, massagens relaxantes e ioga. Dessa forma, conseguiu emagrecer 22 quilos e, hoje, diz estar satisfeita com seu corpo.
"Hoje, me sinto melhor e mais saudável. Reduzi minhas horas de trabalho e faço exercícios. Hoje, sou mais calma, mais feliz  com minhas novas atribuições", contou.  

Dicas para se livrar do estresse:

Origem: É fundamental identificar os fatores que desencadeiam o estresse. Elabore uma lista e observe o que pode ser eliminado
Múltiplas tarefas: Não acumule trabalho. Programe-se para que tudo seja feito em seu determinado tempo
Tempo livre: Inclua em sua rotina um tempo livre para fazer o que gosta e se livrar das obrigações. Dedique um tempo para ler, ver um filme ou qualquer atividade que não exija desgaste físico ou mental
Calma: Elimine a pressa e drible a pressão do tempo. Coma, caminhe, dirija, fale, trabalhe e pense mais devagar
Alimentação: Não troque o almoço por um lanche e dedique um tempo para a alimentação. Prefira frutas a doces e saladas a frituras
Relaxe: É importante fazer, ao longo do dia,  pequenas pausas para alongar,  fazer uma leve caminhada e respirar ar fresco

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Bolo para o lanche da tarde (ou qualquer hora do dia!)


Nós somos um blog muito eclético e tenho escutado por aí que tem gente que não sabe fazer bolo. Eu, que adoro cozinha, comer e cozinhar, mas de uma maneira prática e rápida, resolvi dividir com vocês esta receitinha que faço há 20 anos. Quando casei, exatos 20 anos passados, conversando com uma vizinha do meu andar, disse que não era boa em fazer bolos, e ela me apresentou a esta receita maravilhosa e tão fácil que nem parece ser tão boa. Espero que gostem!

Bolo (e algumas variações)


Ingredientes secos

3 xícaras (de chá) de farinha de trigo
3 xícaras (de chá) de açúcar
1 colher (de sopa) de fermento em pó
1 pitada de sal
Misture à mão: a farinha, o açúcar, o fermento e o sal

Ingredientes molhados

1/3 xícaras (de chá) de óleo
3 ovos
Bata grosseiramente o óleo e os ovos

Junte os ingredientes molhados aos ingredientes secos e misture, então misture 1 xícara (de chá) de leite fervendo. Coloque em forma untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo e leve ao forno pré-aquecido (2-3 minutos) em temperatura média 180-220 graus. Por 25 a 30 minutos. (dependendo do forno)


Você pode variar :

1. Bolo de maçã

Corte em cubos 2 maças e coloque para ferver em 2 xícaras de água.
Após pronto o chá, coe. Junte as maçãs aos ingredientes secos. E substitua o leite pelo chá quente.

2. Bolo de fubá

Troque 3 xícaras de farinha de trigo por 2 xícaras de fubá e 1 xícara de farinha de trigo.
Se gostar de erva-doce, acrescente 1 colher de chá da semente aos ingredientes secos.
Após colocar a massa na forma polvilhe com a mistura de 1 colher (sopa) de açúcar e 1 colher (chá) de canela.

3. Bolo formigueiro

Acrescente aos ingredientes secos 50 g de coco ralado e 50 g de chocolate granulado.

4. Bolo Romeu e Julieta

Corte em cubos a goiabada  - 1 xícara e junte aos ingredientes secos, misture bem até ficar solta entre eles. e 50 g de queijo ralado.

5. Bolo de chocolate

Acrescente aos ingredientes secos 1 xícara (chá) de chocolate em pó

6. Bolo de banana com canela

Acrescente aos ingredientes secos 1 colher (sopa) rasa de canela.
Cubra a forma retangular com papel alumínio, sem untar. Cubra o fundo com bananas cortadas em rodelas e coloque a massa.

Agora é só preparar o café ou chá e saborear esta delícia! Fácil, né?



Plus size arrasam no Lingerie Day


Betânia Castoldi - Estudante de Relações Públicas e Miss Plus Size Porto Alegre 2013
'Participar do Lingerie Day é mostrar que nós gordinhas podemos ser e somos muito atraentes, mesmo fora dos tais padrões. E também para a minha autoestima. Apesar de ser bastante confiante, é sempre muito bom receber elogios de outras pessoas.'


Aconteceu no último dia 25 de julho o Lingerie Day, uma celebração criada há quatro anos por dois irmãos, convidando as mulheres para que publicassem em suas redes sociais, apenas por um dia, uma foto usando uma lingerie qualquer. A ideia simples de mostrar que além das revistas existem mulheres extremamente interessantes, sensuais e atraentes vem crescendo. A cada ano, mais e mais mulheres aderem à brincadeira. Aquelas que estão acima do peso, inclusive, estão deixando a vergonha de expor seus corpos e participando ativamente, sem se importar com as críticas que poderão sofrer.

O evento parece abraçar todos os tipos de corpos, já que não existem regras. Mas quando se fala em expor um corpo de lingerie, dificilmente se pensa em mulheres acima do peso, principalmente, fazendo isso em redes sociais. Numa sociedade onde só se fala em dietas, corpos magros, exercícios físicos e que o gordo é quase sempre visto como feio e desleixado, essas meninas que participam desse tipo de evento parecem se despir das roupas e se vestir de coragem, já que o que não falta no mundo é gente para criticar o outro, especialmente, se estiver escondido atrás de uma tela de computador e de um perfil falso. 

Se as magras já sofrem algum tipo de comentário maldoso, se não forem quase ou tão bonitas quanto modelos das capas de revistas, imaginem o que as mulheres cheias de curvas podem vir a ouvir (no caso em questão, ler) sobre suas fotos. A exposição não é apenas de seus corpos, mas do atestado claro e explícito de não fazer parte de um rígido padrão de beleza exigido por uma sociedade que ofende, maltrata e discrimina quem não se enquadra em seus padrões.

A Internet é um território democrático onde quem dita as leis são seres humanos, embora alguns providos de boa dose de preconceito e desprovidos de bom senso, mas nenhum com o direito de proibir quem quer que seja de se sentir bonito e de bem com a vida. Por isso, resolvi escolher algumas mulheres Plus Size super de bem com seus corpos e superbem resolvidas que participaram do Lingerie Day e arrasaram, para mostrar que a beleza é muito subjetiva e relativa para estar engessada em apenas alguns poucos modelos determinantes para mais de 7 bilhões de pessoas diferentes.  
Silvia Neves, Belo Horizonte - MG
Modelo Plus Size
'Participei do Lingerie Day pela segunda vez e encaro como uma brincadeira divertida onde posso extrapolar a sensualidade sem ser chamada de exibicionista ou até coisa pior (mas tb nem ligo). Por muito tempo tive vergonha do meu corpo por ser gordinha (e tinha uns 15 quilos a menos que hj) e como agora me acho linda como sou, quero mostrar também para todos que podemos ser livres apesar das nossas dobrinhas e quilos a mais, que nossa auto estima não tem a ver com nossas medidas e que também somos admiradas por muitas pessoas que dizem cultuar somente a beleza magra.'
 Ligia Pulvirenti, São Paulo - SP
Estudante
'Participei do Lingerie Day como forma de demonstrar que estou feliz com meu corpo e que qualquer mulher é linda independente do corpo que tem.'
 Íris Lis, Sorocaba - SP
Cantora
'Para mim, árticipar do Lingerie Day é mostrar que ser gordinha não me impede de nada,muito menos de ser linda e sexy.'
 Raquel Silva, Itanhaém - SP
Servidora Pública
'Acho a fantástica a idéia do Lingeire Day, e apesar de ter sempre algumas pessoas sem senso que adoram ridicularizar os outros, principalmente uma mulher gordinha, eu continuo achando meu decote lindo e digno de participar do evento.'

Kalli Fonseca,
Blog Beleza Sem Tamanho
'Em 2010 vi uma edição do Lingerie Day e percebi que as gordinhas só participavam com desenhos, e de lá pra cá participo e incentivo outras gordinhas a participarem, porque acredito que assim como a beleza a sensualidade não tem tamanho.'

 Letícia Cezar, Alvorada - RS
Estudante de Administração de Empresas
'Participei do Lingerie Day porque ultimamente vinha me sentindo muito bem comigo mesma e queria externar isso. Tenho uma amiga que é fotógrafa e disse que eu deveria ser modelo, sempre me acho linda nas fotos que ela faz de mim!'
 Patrícia Quental, Salvador, BA
Blog Doce Feito Pimenta
'Participo do Lingerie Day porque me sinto adequada a fazer parte da comemoração: me sinto sexy, linda e admirável e quero que outras mulheres se sintam assim com a beleza que possuem.'
 Stéph Ciciliatti, Angatuba - SP
Blog A grande diferença
'Para mim, o Lingerie Day, mesmo tendo começado com a objetificação do corpo da mulher, pode ser empoderador e ajudar as mulheres a se curtirem mais.'
 Fafá Pereira, Porto Alegre - RS
Executiva de mídia e produção
'Participo do Lingerie Day para mostrar para todos que gordinha também pode ser sexy, e também para motivar outras mulheres que, por estarem acima do peso, se acham feias e não se valorizaram!'
 Mari Ivane Ribeiro, Porto Alegre - RS
Técnica contábil e 1ª Miss Plus size Senior 2013 do Rio Grande do Sul
'Participei do Lingerie Day para mostrar que toda idade tem seu encanto. Adoro minhas curvas de 50 anos originais de fábrica.'
 Karlla Queiroz, Fortaleza - CE
Blog Doces Curvas
'O lingerie day começou com uma brincadeira na internet, e no começo muitas meninas aderiram para mostrar o quanto são decididas, e responsáveis pelas próprias vidas. Apesar do foco ter mudado um pouco, e algumas mostrarem mais que as lingeries, eu aderi à brincadeira para mostrar que também sou bonita, e me adequo ao perfil de qualquer menina com personalidade forte, e estou de bem com o meu corpo, me amo.'

Ana, Curitiba - PR
Blog Meu Doce Veneno
'O Lingerie Day eleva o ego de qualquer mulher que se propõe a participar. É um dia para praticar o exibicionismo com um pouco menos de 'culpa', com um pouco menos de julgamento.'

fonte 

domingo, 28 de julho de 2013

Make: Côncavo esfumaçado


Foi só colocar uma foto com esta maquiagem no Instagram, que atiçou a curiosidade do povo!
É uma técnica bastante diferente da que estou acostumada a fazer, mas dá muito certo também... embora o início dela não demonstre isso... kkkkkk!!!
Que se vamo, hein???
Como ficou:

Make: como fazer contornos no rosto




Há muitos jogos de iluminação possíveis de fazer com maquiagem... Algumas partes mais claras, contrastadas com outras mais escuras, dão um efeito incrível no rosto!!!
Hoje a maquiagem dá ênfase à preparação da pele - fazia tempo que não falava sobre isso, né?
Para dar um ar diferente, coloquei lentes de contato azuis. Quis mostrar, também, como é possível modificar totalmente um rosto usando esses artefatos - maquiagem, luz, lentes, um  ventinho nos cabelos... kkkkk! Não é um tipo maquiagem/produção para usar todos os dias, pois acho um pouco trabalhosa e muda radicalmente o rosto. Mas, tem dias que a gente está com vontade de caprichar mais, ou, simplesmente, mudar...
Que se vamo, hein????
Como fiz:

Como sou:
Como fiquei: