sábado, 24 de agosto de 2013

O pensamento

Por Walter Cabral


foto: divulgação

"O pensamento é tudo! Poucas pessoas compreendem esta força única, que cada um de nós possui. Poucos compreendem sua estruturação, formação e efeito prático em nossas vidas. Apenas para sintetizar alguns aspectos, seria interessante, no mínimo, começarmos a vigiar melhor o que vai em nossa mente, pois isto poderá ser concretizado de maneiras diversas. 

Vamos entender isso... O pensamento é formado por nossos desejos e vontades (causas bem diferentes). O departamento dos desejos em nossa psique é alicerçado pelo inconsciente, logo, é berço de tudo que nos foi reprimido, impactante e emocionalmente significativos para nós (negativa ou positivamente). Além disso, nossos desejos, porque estão ligados ao nosso inconsciente, compartilham suas existências com os instintos (reflexos inatos de todos os seres vivos). Os instintos não são ruins, pelo contrário, quando bem conduzidos e educados, podem se transformar em expressões sublimes de afeto, carinho e amor. Desta feita, reconhecemos nossa vertente inconsciente do pensamento, os desejos. 




Todavia, há uma energia psíquica que "tentamos", geralmente, gerenciar, que se denomina "vontade". Este departamento da mente está ligado à nossa "consciência" (respeitando-se aqui os variados níveis de consciência que possuímos, conforme nossa maturidade psicológica). Portanto, ao pensarmos, em um breve instante de tempo, nossa mente busca duas fontes: os desejos e as vontades. Aqui moram os problemas ou as soluções! Se eu sou uma pessoa, que costumeiramente, busco alimentar minha mente com informações construtivas e plenas de valores sedimentados no bem, tendo a pensar mais neste caminho, porque os meus desejos, lentamente, se renovam em relação aos conhecimentos mal aprendidos do passado e aciono com mais segurança minhas vontades.

Por outro lado, se tenho o hábito (aprendizados repetitivos, pensamentos fixos, seguidos ou não por atitudes) de buscar informações, ações e imagens destrutivas e perniciosas, estou gerando, permanentemente, em mim mesmo, uma mente viciada e desgastada em fantasias instintivas, variações de ilusões, que podem me afastar, pouco a pouco, do afeto, do carinho e das relações íntimas plenas de qualidade e êxito; mas, sobretudo, me distanciarei, lentamente, do amor verdadeiro, porque estarei mentindo para mim mesmo e, onde há mentiras, o maior enganado, sempre, será o mentiroso. Pensem nisso!



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